Nos teus passos calço meus pés
...As bolhas que nestes ardem são
As mesmas que nos levam ao céu...
“O éter reveste a voz dos almejos em louvor”,
Nesses canais chamados amor.
Dispamos o fardo incomodo que
Morrem os pensamentos aqui,
É ágil o desejo que empossa
Pra mergulhar na saliva...
Cachoeiras de nós, que as
Línguas desatam,
Os desarrumo das ondas
Revira o sono, que passa
Se ainda assim cairmos,
A gente afunda o cais,
Percamos a chave do tempo
Amassando os delicados lençóis...
E repetimos...repetimos...repeti...
Por puro esquecimento.
Vera Lúcia Bezerra Freitas
Cachoeiras de nós, que as
Línguas desatam,
Os desarrumo das ondas
Revira o sono, que passa
Se ainda assim cairmos,
A gente afunda o cais,
Percamos a chave do tempo
Amassando os delicados lençóis...
E repetimos...repetimos...repeti...
Por puro esquecimento.
Vera Lúcia Bezerra Freitas

2 comentários:
“O éter reveste a voz dos almejos em louvor”...
"...morrem os pensamentos aqui,
é ágil o desejo que empossa
pra mergulhar na saliva...
Cachoeiras de nós, que as
línguas desatam,..."
as ilustrações são o must da sensualidade...
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